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WHATSAPP, A MÁQUINA DO TEMPO

Posted by João Lopes on 14:22 in , ,



Sabe aquela turma de amigos do bairro (década de 1980), ou do nível médio (do segundo grau já que éramos da década de 1990)? Então... Tenho amigos assim! Daquelas amizades protegidas pela distância, em que não temos tanto contato, mas que sabemos que estão por ali. Que quando nos encontramos o apresentamos à nossas famílias e comentamos brevemente sobre como nos comportávamos no passado. Isso meio a muitas gargalhadas!

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REFLEXOS DA VIDA

Posted by João Lopes on 18:04 in


Hoje estive na casa de minha mãe, antes a casa dos meus avós, e visitando o “museu” da família encontrei um espelho que meu avô usava para se barbear. E me vi ali de pé, ao lado dele por muitas vezes imaginando fazendo a minha própria barba. Espelhando-me, passei a mão no queixo e me percebi barbado.  Me dei conta que a apenas alguns dias completara 43 anos e estava com mais ou menos a metade da idade do meu avô quando morreu. De repente torci para que aquele espelho fosse mágico, onde eu pudesse me ver novamente ao lado daquele homem a quem tanto admirei e admiro. 
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Por uma revolução com mais profundidade

Posted by João Lopes on 08:58 in , ,
 A maior revolução que todos nós brasileiros precisamos, é uma revolução em nosso caráter, uma revolução contra o jeitinho brasileiro
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Rola Bosta o brinquedo

Posted by João Lopes on 22:21 in ,

Brinquedo artesanal cearense feito com uma lata cheia de areia, arame, pregos e um pedaço de garrafa plástica!    
Este brinquedo era confeccionado por nós crianças da periferia da capital cearense, Fortaleza, nos meados da segunda metade da década de 1970 para 1980.
Veja o vídeo ensinando a fazer o brinquedo clicando no link abaixo: http://youtu.be/gQKTJbXdzfs

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O Carro Que Não Gostava de Sorvete de Baunilha

Posted by João Lopes on 22:14 in ,
Não importa quão "louco" você possa achar que alguns de nossos clientes possam ser, eles podem estar certos.

Tempos atrás uma queixa foi recebida pela Divisão Pontiac da General Motors. Onde o cliente relatava a história a seguir:

Esta é a segunda vez que eu escrevo a vocês e não os culpo por não me responderem, porque eu posso parecer louco, mas o fato é que nós temos a tradição, em nossa família, de ter sorvete como sobremesa todas as noites após jantar. Mas o tipo de sorvete varia. Então, todas as noites, após termos jantado, a família vota e escolhe em um sabor de sorvete e eu me dirijo até a loja para comprá-lo.

Pois bem, recentemente comprei um novo Pontiac -modelo da General Motors- e desde então minhas idas à loja têm sido um problema.

Toda vez que eu compro sorvete de baunilha, quando eu volto da loja para minha casa, o carro não funciona. Mas se eu levo qualquer outro tipo de sorvete o carro funciona normalmente.

Eu quero que vocês saibam que estou sendo sério em relação a esta questão, não importa quão tola ela pareça: o que acontece com o Pontiac que o faz não funcionar quando eu compro sorvete de baunilha e funciona toda vez que compro outro sabor?

O presidente da Pontiac ficou sem compreender a carta, mas enviou um engenheiro para checar o assunto. Esse ficou surpreso por ter sido recebido por um homem bem-sucedido, educado e de bons relacionamentos.

O técnico, então, combinou de encontrar o homem logo após o jantar. Os dois entraram no carro e se dirigiram até a loja de sorvetes. Naquela noite foi escolhido o sorvete de sabor baunilha. Com a certeza de que depois que retornassem ao carro, ele não iria funcionar, e foi o que realmente aconteceu.

O engenheiro retornou por mais três noites. Na primeira noite, o homem escolheu o sabor chocolate. O carro funcionou. Na segunda noite, escolheu morango. O carro funcionou. Na terceira noite, pegou o de baunilha. O carro falhou.

Sendo um homem lógico, o engenheiro recusou-se a acreditar que o carro daquele homem era “alérgico” a baunilha. Sendo assim, combinaram de continuar as visitas até que conseguisse resolver o problema. Então começou a fazer anotações. Anotou todos os tipos de dados, hora do dia, tipo de combustível usado, hora de dirigir, etc.

Em pouco tempo, ele tinha uma pista. O homem levava menos tempo para comprar o sorvete de baunilha do que qualquer outro sabor. Por quê?

O engenheiro percebeu que a resposta estava na disposição dos sorvetes na loja. O sorvete de baunilha, sendo o sabor mais popular, estava numa caixa separada na frente da loja para ser pego rapidamente. Todos os outros sabores eram mantidos nos fundos a loja, num outro balcão, o que acarretava uma demora considerável para pegá-los.

Agora a pergunta para o engenheiro era: por que o carro não queria funcionar quando se levava menos tempo?

Uma vez identificado o problema – não o sorvete de baunilha – o engenheiro veio rapidamente com a resposta. Era à saída do vapor.

Acontecia sempre, todas as noites. O tempo extra para pegar os outros sabores de sorvete deixava o motor esfriar o suficiente para funcionar tranqüilamente. Mas quando o homem pegava o sorvete de baunilha – que estava mais próximo - o motor ainda estava quente para o vapor ter se dissipado.

Moral da historia: Não importa quanto absurda ou maluca possa ser a reclamação de um cliente. Sempre ouça com atenção as reclamações e esteja sempre disponível para resolver seus problemas.

Desconheço o autor.
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QUALQUER UM PODE APRIMORAR A SUA RESILIÊNCIA

Posted by João Lopes on 16:39 in ,
Não se aprende resiliência pela via da compreensão, e sim pela prática.

Resiliência deriva do latim resilientia, do verbo resilio (re + salio) que significa “saltar para trás”, recuperar-se, voltar ao “normal”. Emprestado da engenharia e da física há quase 50 anos, o termo resiliência foi adotado pela psicologia, referindo-se a uma habilidade de recuperação após situações estressantes, crises ou períodos de muita pressão.

A resiliência é uma competência que pode ser aprendida mediante esforço disciplinado e sistemático. Somos muito mais suscetíveis a perdas do que a ganhos, portanto a resiliência é ativada muito mais nos aspectos negativos que positivos. Ser líder é uma oportunidade para enfrentar, sobrepor-se e sair fortalecido ou transformado por experiências de adversidade.

Quanto mais apreendermos as situações que causam maior estresse, mais poderemos nos preparar para ter nelas um enfrentamento efetivo. Com isso, nossa vulnerabilidade a certos estressores tendem a cair – no médio prazo, isso resulta em mais autoconfiança, e um novo padrão de comportamento será consolidado. Aqui cabe uma reflexão: 

Quais são as situações do dia a dia que o tiram do sério? Como você lida com sucessos e fracassos? 

Você consegue preservar o bem-estar em momentos de pressão? 

Segundo o Professor Paulo Yazigi Sabbag, autor do livro Resiliência da Negócio Editora, são 9 os fatores associados à resiliência de adultos:
  1. Autoeficácia e autoconfiança: confiar na qualidade da execução;
  2. Otimismo aprendido: capacidade de contrapor emoções positivas às negativas;
  3. Temperança: manter a serenidade ou frieza em momentos de pressão;
  4. Empatia: capacidade de se colocar no lugar do outro;
  5. Competência social: saber articular apoio dos outros nas situações adversas:
  6. Proatividade: ter iniciativa mesmo em situações de risco e incertezas;
  7. Flexibilidade mental: ser mais tolerante em momentos de ambiguidades;
  8. Solução de problemas: buscar uma visão mais prática nas situações;
  9. Tenacidade: possuir uma resistência física e mental.

Aqui vai uma dica: O autodesenvolvimento é o caminho para enfrentar e superar os comportamentos de baixa resiliência. Tenha emoções positivas, pratique a flexibilidade cognitiva, busque apoio social, descubra o seu propósito e seja protagonista das suas escolhas; essas são formas de aprimorar a sua resiliência.

Tem um verso de Guimarães Rosa que expressa bem a questão da Resiliência nosso dia a dia e na semana passada me lembrei dele:

“O correr da vida embrulha tudo.
A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa,
sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem”.


Mochila nas costas e até a próxima trilha!


Professor Paulo Campos
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NÃO PERCA SUAS METAS DE VISTA

Posted by João Lopes on 09:57 in , ,
Você deveria ter suas metas sempre em mente, servindo-lhe de orientação e estímulo.

Não aconselho ninguém a fazer uma lista de objetivos, escondendo-os depois para examiná-los quarenta anos mais tarde. Crie metas agora, use-as, siga-as, atualize-as e viva de acordo com elas.

Connie é uma consultora acadêmica em Milwaukee. Ela trabalha com estudantes, ajudando-os a pensar nas possibilidades de carreira.

“O grande desafio consiste em fazer com que os estudantes comecem a pensar. Muitos deles não têm a mínima idéia do que querem fazer, o que significa que nunca consideraram as coisas que terão de realizar para que se tornem o que querem ser. Conversamos seriamente com eles, examinando a realidade para que possam começar a formular suas metas. Planejamento profissional deve ser um processo constante na vida, mas quando antes começarem, melhor, pois terão mais chance de tomar a decisão que irá beneficiá-los. Quando o aluno define a meta, ele passa a saber as etapas que deve percorrer para atingi-la. A meta pode ser reformulada a qualquer momento, e para atingi-la. A meta pode ser reformulada a qualquer momento, e as etapas, revistas, mas o que transmitimos de fundamental é a necessidade de sempre ter objetivos definidos”. Diz Connie.

Pessoas bem-sucedidas gastam pelo menos quinze minutos todos os dias pensando sobre o que estão fazendo e o que podem fazer para melhorar suas vidas.

Sigmund, 1999.
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REDUZA OS NÍVEIS DE ANSIEDADE NO LOCAL DE TRABALHO

Posted by João Lopes on 10:44 in , ,
Patrões e donos de negócios devem ter um envolvimento mais próximo quando se trata do bem-estar dos empregados. Os níveis de stress no local de trabalho são uma das principais razões de queixa entre trabalhadores, pelo que ao atacar este problema irá facilitar a estruturação de uma equipa saudável, harmoniosa e bem ajustada.

Um dos sintomas mais problemáticos resultantes desta situação é a ansiedade: esta pode sabotar por completo o funcionamento equilibrado dos seus melhores e mais destemidos elementos da equipa. Ansiedade pode preveni-los de ter uma boa noite de sono, interferir com as suas rotinas diárias e qualidade de vida, provocar mal-estar familiar e laboral.

Ansiedade tem o potencial para fazer entrar em pânico a mais capaz das equipas e influenciar negativamente a sua performance e produtividade. Se o problema piorar, ansiedade pode ser o catalisador de outros problemas de saúde. Se a intervenção não for atempada a situação pode duplicar em seriedade.

Tenha o cuidado de passar informação sobre ansiedade no local de trabalho aos seus empregados e dê-lhes a conhecer medidas preventivas e formas de lidar com stress. Certas atitudes e formas de agir irão atenuar os efeitos da ansiedade. A saber:

Reserve 30 minutos diários do seu tempo para pensar no que o está a preocupar e faça-o apenas neste período de tempo. Pense menos no que irá acontecer e centre-se no que está a acontecer.

Pratique técnicas de relaxamento como relaxamento muscular e exercícios respiratórios. Estas não só resultam como reduzem a necessidade de medicação para combater o stress.

Exercício regular é uma excelente forma de cuidar do corpo e apaziguar a alma. Dormir é igualmente importante para reabastecer baterias.

Beba álcool moderadamente ou abstenha-se totalmente.

Reduza o uso de cafeína ou elimine-a completamente.

Enfrente situações e eventos que lhe causaram ansiedade no passado. Visualize como irá lidar com esses fatores caso aconteçam novamente. Ao fazê-lo na sua mente, quando confrontado de novo saberá como reagir apropriadamente.

Se os níveis de stress ultrapassam o seu poder de reação, consulte o seu médico e aconselhe-se sobre a melhor forma de como estabelecer um plano de ação.


Fonte: Força de Vendas
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QUANDO FOI A ÚLTIMA VEZ QUE VOCÊ FEZ ALGO PELA PRIMEIRA VEZ?

Posted by João Lopes on 09:22 in ,
Às vezes nos encontramos em um beco sem saída, quando não temos mais nenhum recurso disponível e simplesmente não temos mais escolha. Você concorda com esta afirmação?

Se sim, desculpe dizer, mas você está errado! Sempre temos escolha! Às vezes somente não temos coragem de assumir o risco e tomar uma decisão inédita para nós mesmos.

Por exemplo, gatos temem água e não sabem surfar por natureza. Talvez muitos outros gatos poderiam ter se rendido ao cão com as afirmativas: “não tive escolha” ou ainda “não havia outra saída”.

Sempre há outra saída, mas é preciso arriscar. Você não conseguirá novos resultados se fizer as mesmas coisas, mesmo que as faça com maior afinco. É preciso arriscar e fazer coisas que você nunca tentou antes.

E não existe aquela estória de que você está velho demais para mudar, ou que tomar risco é somente coisa de gente jovem. Independentemente da idade, se você quer estar vivo, é preciso arriscar. Sempre!

Como dizia Cecília Meireles, a salvação é pelo risco, sem o qual a vida não vale à pena.

Por: Marcelo Cullear
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CONHEÇA SUAS MOTIVAÇÕES

Posted by João Lopes on 20:58 in ,
Poucas pessoas sabem explicar claramente por que fazem o que fazem. Quando digo “por que”, não significa ganhar dinheiro, pois esse é o resultado do seu trabalho. Por que você levanta da sua cama toda manhã? Com o porquê vem a finalidade, a sua causa ou a sua crença. A base de seus porquês são os seus valores.

Saber do seu porquê não é a única maneira de ser bem sucedido, mas é o único jeito de tentar manter um sucesso duradouro. Para ter clareza de seu propósito, é necessário auto-conhecimento, ter noção do impacto de seu trabalho nas pessoas e, principalmente, satisfazer-se por meio das realizações de suas obras.

O ponto de partida é ter clareza de seus valores. Eles referem-se a objetivos desejáveis, guiam nossa vida e são ordenados por importância. Quando os valores pessoais são ativados, conscientemente ou não, despertam sentimentos positivos ou negativos e, principalmente, servem como balizadores para a tomada de decisão.

Simon Sinek, um dos palestrantes mais assistidos nas conferências do TED, e autor do livro Por Quê? — Como Grandes Líderes Inspiram Ação (Editora Saraiva), acredita que, se começarmos pelas perguntas erradas, se não entendermos a causa mesmo diante das respostas certas, podemos interpretá- las de forma equivocada. No final do ano de 2013, você estará próximo de ser a mesma pessoa que é hoje, exceto por dois motivos: pelos livros que você vai ler e pelas pessoas que vai conhecer. Então, invista mais tempo em relacionamentos “ao vivo” do que em “virtuais”.

E delicie-se na livraria ou na biblioteca: a informação envelhece e o conhecimento renova. Torne o aprendizado divertido. Retemos mais coisas quando a informação é apresentada de modo criativo, interativo e interessante. Desperdiçamos muito do que nossos pares têm a oferecer por não conseguirmos ver e conhecer o seu valor. Inspire as pessoas a fazer as coisas que as inspiram. E aqui vale uma dica: tenha medo...

E siga em frente! A intranqüilidade, o desassossego, a agitação são muitas vezes os responsáveis pela paralisia, pela acomodação ou pela postura de vítima. Tenha consciência daquilo que gosta de fazer e fique atento às coisas que você faz muito bem. As pessoas que amam o que fazem normalmente são descritas como gente de sorte. Direcione sua energia a isso e você vai perceber que o tempo passará de modo diferente e prazeroso. Então, seja feliz em 2013! E aja como se fosse impossível fracassar!


Paulo Campos
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COMO APRENDER NO DIA-A-DIA

Posted by João Lopes on 21:04 in ,

A rotina é uma das principais formas de você adquirir conhecimento.


Saiba como aproveitar cada situação no seu trabalho



 
Lidar com o erro
Não tente esconder o erro. Será pior se perceberem que, além de errado, você foi omisso. Entenda os motivos que o levaram a falhar e pense em uma forma de mitigar as consequências negativas. Assuma sua responsabilidade oferecendo uma solução para o problema. É importante reconhecer os erros como uma rica forma de aprendizado.

Novos desafios
Uma boa forma de acelerar seu desenvolvimento é candidatando-se a assumir novos desafios. Você pode participar de projetos especiais ou de grupos multidisciplinares. Mas, atenção: antes de qualquer coisa, dê conta de seu trabalho. Dificilmente seu chefe vai deixá-lo assumir tarefas novas ou paralelas se você não cumpre seus compromissos.
Demonstre interesse sobre o projeto ou a área em que quer trabalhar. Entenda de que forma pode cooperar. "Mostre que você está pronto", diz Adriana Prates, presidente da Dasein Executive Search.

Solução de problemas
Não hesite em perguntar quando tiver alguma dúvida. Ter coragem para revelar que você desconhece algo é uma grande qualidade. Descubra quais as pessoas ou as fontes de informação que poderão ser úteis, pesquise e converse.
Como contou a advogada Izabela Sampaio, ela nunca se sentiu constrangida em bater na porta do departamento vizinho para se apresentar e pedir ajuda para seus problemas. "Muitas vezes a solução de uma questão da minha área está no departamento ao lado".

Relação com profissional experiente
Desarme-se de preconceitos. Esqueça se o profissional mais experiente não faz seu estilo, se ele é muito mais velho ou mesmo se as referências que lhe deram sobre ele são negativas. Entenda que vocês estão começando a construir uma relação.
Ouça que ele tem a dizer e entenda como o seu conhecimento e a sua experiência podem contribuir para o bom desempenho de ambos. "Quem está começando deve mirar em bons exemplos de pessoas mais experientes e tentar ser igual", afirma Adriana Prates, da Dasein.

Diante do fracasso
A primeira coisa a fazer é aceitar que o mundo não acabou. "A maioria das pessoas não sabe lidar com o fracasso", diz Amy Edmondson, professora da Harvard Business School. Drible a frustração dando atenção e energia para novas oportunidades.
Faça algumas perguntas a você mesmo. O que posso aprender com isso? O que farei da próxima vez que isso acontecer? A dica é não transformar a falha em tragédia.

Projetos em equipe
A capacidade para trabalhar em grupo é uma das habilidades mais requisitas e das mais difíceis de desenvolver. Quem trabalha em equipe precisa aprender a ouvir.
"Uma competência importante é construir relacionamentos, criar empatia.

É preciso colocar-se no lugar do outro", diz Luiz Carlos Cabrera, da Amrop Panelli Motta Cabrera.

Fonte: Gabriel Penna, Karla Spotorno e Lucas Rossi
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DELEGAR: PARECE FÁCIL, MAS NÃO É!

Posted by João Lopes on 19:29 in ,
Sempre ouvimos que quando um profissional cresce na empresa e assume uma posição de liderança ele precisa aprender a focar parte do seu tempo na gestão da equipe e no pleno entendimento dos aspectos estratégicos que envolvem o dia-a-dia operacional do departamento. Isso é um fato, mas para que isso seja possível é fundamental que esse profissional exercite o ato de delegar atividades para a equipe.

Em um primeiro momento isso parece simples, mas posso assegurar que não é. Delegar não é “pedir algo, dar um prazo para a entrega e aguardar”. Delegar é fazer mais com menos, é fazer junto e fazer melhor é ajudar para que te ajudem. Mas para isso é preciso ter alguns cuidados para delegar com responsabilidade:

Contextualizar

É fundamental que a equipe entenda o porquê do que esta sendo feito. Explique onde o trabalho será usado, por quem e qual o impacto desse trabalho para a empresa. É mais fácil conseguir o engajamento, quando o trabalho faz sentido para a equipe.

Seja claro

Estruture muito bem o trabalho a ser delegado. Tenha em mente e deixe muito claro para a equipe:

- O que precisa ser feito – prepare, em papel ou mentalmente, um pequeno briefing do trabalho detalhando as etapas e o trabalho final que precisa ser feito;

- Qual o formato da entrega – discuta se o produto final do trabalho deve ser um relatório, uma apresentação ou se deve ter outro formato específico;

- Prazo de entrega – para quando o trabalho deve ser entregue.

Certifique-se que todas as etapas foram entendidas e que não existem dúvidas com relação ao o que, como e quando.

Atente-se para quem delegar

Considere o histórico de realizações, as habilidades, o conhecimento técnico, a maturidade psicológica e profissional e capacidade de relacionamento interpessoal de todos os profissionais de sua equipe para identificar a quem delegar uma tarefa. Considere, mas não se prenda, ao nível hierárquico.

Acompanhe

Não espere a data de entrega para saber o que esta sendo feito. Crie pontos formais de controle, ou seja, datas intermediárias para verificar como anda o trabalho. Mostre-se sempre disponível para ser acessado e questionado.

Defina em conjunto qual é o produto final desejado

Se você cumpriu seu papel e delegou de maneira responsável, seja exigente com o produto final. Não aceite o trabalho “pela metade” ou diga “daqui para frente eu faço”. Peça quanto ajustes forem necessários até que o produto final seja o demandado. Isso é sinal de respeito a quem esta executando, ou executou, o trabalho.

Tenha cuidado em não expor a equipe

Por vezes, mesmo com todos os cuidados com o processo, pode acontecer da equipe não dar conta de complementar o trabalho. Nesse momento, caso não seja possível dar um treinamento adicional ou mais sessões de acompanhamento, explique claramente os motivadores e tire  a responsabilidade pela execução do trabalho. Nesse caso tente terminar o trabalho e não delegar para outro membro da equipe, a fim de evitar a exposição do fato.

Saber delegar é fundamental para que o gestor consiga cumprir com suas atribuições e extrair o melhor da equipe.

Experimente, mas com responsabilidade!



Fábio Jorge Celeguim
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